269life Nordeste – Manifesto contra exploração animal na Fazendinha do Plaza em Recife

269life Nordeste – Manifesto contra exploração animal na Fazendinha do Plaza em Recife

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É de suma importância, que as crianças tenham contato com os animais para que elas possam aprender a cuidar, amar e compreender que eles precisam estar vivendo em liberdade e em um ambiente que seja adequado às suas necessidades, sem estarem confinados, amarrados de forma que não possam se mexer (mesmo que seja para fazer uma limpeza momentânea, como alega o shopping) ou sendo um objeto de entretenimento para uma diversão em família. 
Eventos que sejam educativos e que tenham o objetivo de ensinar às crianças a cuidar e ter amor pelos animais são de extrema importância. No entanto, é necessário repensar como esta prática está sendo executada. Não expor os animais como se fossem um brinquedo de entretenimento para a distração e lazer das pessoas é o que deve ser feito, e não incentivar essa prática em prol do lucro.
Assim, convidamos a todos que se juntem ao 269life Nordeste, para dar voz a esses animais que sofrem com essa exploração desnecessária no evento Fazendinha do Plaza e que não oferece nada de educativo. 
Lutemos em prol da liberdade desses tão amados amigos que são considerados por muitos “inferiores” aos humanos. Não iremos nos calar enquanto este tipo de evento ocorrer!

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Frente de Libertação Animal (A.L.F.) liberta 5 cordeiros de uma fazenda no Canadá

Frente de Libertação Animal (A.L.F.) liberta 5 cordeiros de uma fazenda no Canadá

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No último sábado, 8 de Julho, a Frente de Libertação Animal atacou uma fazenda de ovelhas e libertou 5 cordeiros, incluindo uma que estava muito mal e cheia de feridas.
Somos a Frente de Libertação Animal e é assim como fazemos.

Este resgate ocorreu ao leste de Ontario, Canadá

 

Traduzido de North American Animal Liberation Press Office 

 

A Vegeteriana – Um romance coreano

A Vegeteriana – Um romance coreano

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Han Kang é expoente da nova geração de escritores coreanos, autora várias vezes premiada em seu país, e livre da marca das grandes questões nacionais, que pesavam sobre os ombros dos seus predecessores literários, submersos em profundas sombras do passado, buscando agora detalhes minuciosos das vidas dos indivíduos e do seu contexto. A literatura de Han Kang se ampara no realismo, mas é dotada de uma imaginação sem limites. A Vegetariana é um romance composto de três partes que se complementam e formam um todo, mas podem ser lidas independentemente. O livro conta a história de uma mulher coreana que decide não comer mais carne e enfrenta toda a repercussão social que uma decisão deste tipo provoca naquele país. A primeira parte é contada do ponto de vista do marido, um funcionário de médio escalão que está começando a galgar os degraus da hierarquia da empresa onde trabalha. É através dos olhos dele que percebemos o estranhamento que as atitudes de sua esposa provocam.

O que são micro santuários e como começar um

O que são micro santuários e como começar um

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Micro santuário é um conceito revolucionário ainda pouco conhecido no Brasil, mas que pode ajudar a mudar drasticamente o futuro dos animais de fazenda. O fundador do Triangle Chance For All Animal Sanctuary falou ao Care2 sobre “como podemos estender o círculo de convivência para incluir animais de criação, e como micro santuários podem e devem ser criados sempre que possível.”

Até que nós vivamos em um mundo que já não explora animais, precisamos trabalhar juntos para dar abrigo a vítimas inocentes, e este é o lugar onde micro santuários entram em ação. Conforme nossa consciência coletiva é criada, vamos encontrar uma necessidade crescente de dar refúgio aos animais, e micro santuários a sustentam.

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Se você tem um pequeno pedaço de terra à sua disposição, e a capacidade de amar e de cuidar de animais, proporcionando-lhes um lar seguro por toda a vida, onde eles possam viver livres e felizes, então você pode iniciar o seu próprio micro santuário diretamente em seu quintal.

Esther the Wonder Pig é um exemplo perfeito de como é possível compartilhar nossas vidas com animais de fazenda. Sua história inspiradora é apenas uma das muitas em que pessoas comuns têm ido além de idéias arraigadas de que animais com os quais se pode conviver estão limitados exclusivamente a cães e gatos, e em vez disso optaram por adotar animais de espécies diferentes.

Viver com animais “de fazenda” é um incrível experiência. Cada animal tem sua própria personalidade e preferências e, apesar do que se costuma imaginar, é extremamente fácil de desenvolver ligações profundas e significativas com estas espécies de animais.

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Que tipo de animal “de fazenda” você é capaz de acolher em sua casa vai depender muito de onde você mora e do tipo de terreno que você tem disponível.

Quando abrigos estão cheios, eles dependem de pessoas compassivas que querem fazer diferença direta na vida de um animal com uma história sofrida. Eventualmente vemos organizações que resgatam animais divulgando na internet a necessidade de adotantes vegans com condições para abrigar animais como galinhas e galos, porcos, entre outros animais.

De acordo dom o site do Mycrosanctuary Movement, “Um micro santuário parte da premissa de que nosso espaço e nossos recursos, não importa quão limitados, muitas vezes ainda são suficientes para nós criarmos um santuário de animais de criação individual, a fim de impedir que eles jamais sejam usados novamente como commodities.”

“Um micro santuário pode ser qualquer espaço gerido por um vegan que é o lar de animais resgatados e enfatiza sua saúde e felicidade. Então, alguém com um galo resgatado em casa é um santuário (em virtude de ser um micro santuário) tanto quanto uma organização sem fins lucrativos de milhões de dólares com centenas de acres e centenas de animais. Jogando fora esse ideal, pessoas podem começar a pensar honestamente sobre o que santuário significa para moradores e cuidadores.”

“Este sentido de dedicação ao serviço de animais de fazenda resgatados, como uma maneira de acabar (e ajudar a melhorar, de alguma forma) com a sua exploração, é o que está no coração do santuário – e em um nível individual realmente define uma micro santuário.”

Interessado em começar um micro santuário próprio? Existem algumas coisas importantes, destaca o Mycrosanctuary Movement, que você vai querer saber e pesquisar antes de começar:

Você pode não só resgatar, mas também sustentar os indivíduos que salva? Você deve ver cada resgate como um compromisso de vida com alimentação, cuidados médicos e atenção. Isto significa avaliar honesta e precisamente seus recursos e resgatar em conformidade com eles, ou ter um plano realista para obter suporte adicional para seus esforços e  “recursos” não significam apenas ativos e contas bancárias, mas também seu tempo, energia, força emocional, e outros fatores-chave que são cruciais para o bem-estar de longo prazo da sua família no micro santuário.

Qual é a sua familiaridade atual e experiência com animais resgatados e seus cuidados? Se você tem pouca ou nenhuma experiência com o resgate e cuidados com animais, isso não significa necessariamente que você não pode começar a ajudar indivíduos em necessidade. No entanto, você vai querer se preparar bem para a compreensão do trabalho envolvido, as necessidades dos animais específicos, a disponibilidade de cuidados veterinários de confiança, e como criar um espaço adequado para todos que você adotar.

Que tipo de redes de apoio você tem atualmente, ou potencialmente tem acesso? Muitas redes de resgate se concentram exclusivamente em animais “de companhia”, e a maioria das comunidades vegans locais têm poucas ligações diretas com animais de criação. Você pode ser capaz de entrar em contato com estas e outras redes locais para receber e prestar apoio, se / quando você precisar. Também não se esqueça de utilizar a Internet para obter ajuda. Por exemplo, grupos em redes sociais podem oferecer suporte para vegans com animais de criação resgatados; você também pode entrar em contato com voluntários e líderes de santuários existentes.

Para mais informações de como começar um micro santuário, acesse o site do The Mycrosanctuary Movement.

Fontes  : Veggi & Tal – Portal vegano – Care2 – The Microsanctuary Movement

Coletivo Vozes em Luto leva para as ruas a campanha Urbanos

Coletivo Vozes em Luto leva para as ruas a campanha Urbanos

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O Coletivo Vozes em Luto irá levar para as ruas de forma leve uma visão conscientizadora em forma de cartazes, banners, panfletos, folhetos e exibição de documentários como A carne é fraca, Carne e osso, A engrenagem, e os famosos Terráqueos (além de sua sequência Unity) e Cowspiracy, entre outros. (PS : Nem sempre esta parte tecnológica estará em ação, mas mesmo assim o público será conscientizado)

Temas como veganismo, abolição animal, pecuária, meio ambiente, vida marinha, adoção responsável (com foco em animais abandonados e de CCZ’s, sobre a importância de uma adoção responsável) antiespecismo, o veganismo como forma de mudanças e justiça social, devem ser levados ao público.

A campanha URBANOS tem caráter itinerante, ou seja, será levada para lugares diferentes a cada ação, e com temas para cada, em horarios e datas específicas.

O 1° ato vai abordar a indústria de abate de frangos e a exibição do curta metragem pernambucano Atave – A Avicultura Escancarada.

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Fazenda de peles sabotada pela A.L.F. na Itália

Fazenda de peles sabotada pela A.L.F. na Itália

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A fazenda de peles em Rio San Martino (Véneto, Scorzè) na Itália foi alvo de sabotagem por ativistas da Frente de Libertação Animal (A.L.F.) na última semana.

A van do criador foi incendiada, quebraram as janelas, mas não conseguiram entrar para libertar os animais (visons).

É o quinto ataque em três anos na mesma fazenda de peles.

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Van incendiada em Véneto

Fonte : A.L.F. Frente de Liberacion Animal 

 

 

 

Os quatro problemas do bem-estar animal: em poucas palavras

Os quatro problemas do bem-estar animal: em poucas palavras

© Tradução: Regina Rheda © Ediciones Ánima
Texto pertencente ao blog pessoal de Gary Francione

Vários leitores vêm me pedindo para escrever algo que eles possam baixar no computador e usar como uma resposta curta àqueles defensores dos animais que promovem a abordagem bem-estarista e que não entendem por que tal abordagem não é coerente com a posição direitos/abolição.

Espero que isto seja útil.

Há pelo menos quatro problemas com a abordagem bem-estarista da ética animal.

Primeiro, as medidas do bem-estar animal oferecem pouca — se é que oferecem alguma — proteção significativa aos interesses dos animais. Por exemplo, a People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) realizou uma campanha para fazer o McDonald’s e outras cadeias de comida rápida adotarem os métodos de manejo e abate de Temple Granind. Mas um matadouro que segue as diretrizes de Grandin e um que não as segue são, ambos, lugares horríveis. Afirmar o contrário beira o delírio.

Vários grupos de defesa animal estão fazendo uma campanha por alternativas às celas de gestação para porcas. Mas um exame mais detalhado mostra que essas medidas, que envolvem campanhas muito dispendiosas, na verdade não resultam em grande coisa, porque há brechas consideráveis que permitem aos exploradores institucionais fazerem o que quiserem, de qualquer forma. Eu escrevi um ensaio neste blog, Um “triunfo” do bem-estar animal?, sobre a campanha pelas celas de gestação na Flórida, que ilustra os limites de tais reformas.

O mesmo pode ser dito sobre a maioria das “melhoras” do bem-estar animal. Elas podem fazer com que nos sintamos melhor, mas fazem pouquíssimo pelos animais.

Segundo, as medidas do bem-estar animal fazem o público se sentir melhor quanto à exploração dos não-humanos, e isso incentiva a continuação do uso dos animais. De fato, está claro que as pessoas que evitavam alimentos de origem animal por se preocuparem com o tratamento dado aos não-humanos estão, agora, voltando a comê-los, depois que organizações do bem-estar animal lhes disseram que os animais estão sendo tratados mais “humanitariamente”. Eu discuto esta questão no meu ensaio Carne/Produtos Animais “Felizes” deste blog.

A ironia é que reformas bem-estaristas podem, na realidade, aumentar o sofrimento animal. Suponha que estejamos explorando 5 animais e impondo, a cada um deles, 10 unidades de sofrimento. É um total de 50 unidades de sofrimento. Uma medida do bem-estar resulta numa redução de 1 unidade de sofrimento para cada animal, mas o consumo sobe para 6 animais. É um total de 54 unidades de sofrimento — um aumento do saldo de sofrimento. Não há nenhuma dúvida de que esse fenômeno ocorre. Por exemplo, na Europa,o consumo da vitella aumentou como resultado da regulamentação referente ao confinamento de bezerros criados para vitela.

Terceiro, o bem-estar animal não faz nada para erradicar a condição de propriedade dos animais. Os padrões do bem-estar animal geralmente estão ligados àquilo que se requer para que os animais sejam explorados de uma maneira eficiente. Ou seja, o bem-estar animal geralmente protege os interesses dos animais somente dentro da medida em que isto oferece benefícios econômicos aos humanos. Isso reforça, explicitamente, a condição dos não-humanos como mercadorias, como propriedade.

Por exemplo, a Humane Society of the United States (HSUS) promove reformas bem-estaristas baseada, explicitamente, nos benefícios econômicos resultantes do uso mais eficiente dos animais como mercadorias. Dê uma olhada no relatório da HSUS sobre os aspectos econômicos da adoção de sistemas de produção alternativos às celas de gestação, que argumenta que as alternativas às celas vão aumentar a produtividade e os lucros do produtor; ou no relatório da HSUS sobre os aspectos econômicos da adoção de práticas de produção alternativas ao abate de aves com atordoamento elétrico, o qual argumenta que o abate com gás “resulta em economia de custos e aumento de renda, ao reduzir os prejuízos à carcaça, a contaminação e os custos de refrigeração; ao aumentar o rendimento da carne, sua qualidade e sua durabilidade nos pontos de venda; e ao melhorar as condições de trabalho”.

Essa abordagem não está restrita aos grupos bem-estaristas tradicionais como a HSUS. Os grupos neobem-estaristas (ou novos bem-estaristas),como a PETA, também a adotaram. Na análise do abate com atmosfera controlada vs. imobilização elétrica sob o ponto de vista econômico, a PETA argumenta a favor do abate com gás, ou “abate com atmosfera controlada (CAK)” das aves, alegando que o método do atordoamento elétrico “rebaixa a qualidade e o rendimento do produto” porque as aves sofrem fratura dos ossos e o processo resulta em uma contaminação perigosa para a saúde humana. O método do atordoamento elétrico também “aumenta os custos empregatícios” em vários aspectos. A PETA sustenta que o “CAK aumenta a qualidade e o rendimento do produto” porque a quebra de ossos, os hematomas e as hemorragias são supostamente evitados, a contaminação é reduzida, a “durabilidade nos pontos de venda” aumenta e são produzidos “peitos mais macios de frango”. A PETA também afirma que o “CAK baixa os custos empregatícios” ao reduzir a necessidade de certas inspeções, ao reduzir acidentes e ao diminuir a rotatividade de trabalhadores. O CAK proporciona “outros benefícios econômicos” à indústria avícola ao possibilitar que os produtores poupem gastos com custos energéticos, e ao reduzir o desperdício de subprodutos e a necessidade de usar água.

Em outras palavras, a HSUS, a PETA e outros tornaram-se, efetivamente, conselheiros da indústria da carne, ajudando-a a identificar formas de aumentar os lucros obtidos com a exploração animal. Mesmo se isso resultar em pequenas melhoras para o bem-estar animal, não faz absolutamente nada para desafiar o paradigma de propriedade. Na realidade, reforça a condição dos animais de meras mercadorias. E faz as pessoas se sentirem melhor quanto à exploração animal.

Quarto: Todo segundo e todo centavo gastos em tornar a exploração mais “humanitária” são menos dinheiro e menos tempo gastos em educação vegana para a abolição. Pense nisto da seguinte forma:

Suponha que, amanhã, você tenha duas horas para gastar em questões animais. Você pode escolher. Pode distribuir impressos tentando convencer as pessoas a comer ovos de galinhas “livres de gaiolas”, ou pode distribuir impressos tentando convencer as pessoas a não comer ovos em absoluto porque ovos de galinhas “livres de gaiolas” também envolvem sofrimento excruciante e morte. Você não pode fazer as duas coisas e, mesmo que pudesse, suas mensagens seriam contraditórias e irremediavelmente desorientadoras.

Educar as pessoas sobre o veganismo é um modo muito mais efetivo de reduzir o sofrimento a curto prazo e de construir um movimento abolicionista capaz de promover e sustentar uma mudança significativa no futuro. O bem-estar animal continua a tratar os animais como mercadorias. E a reforma bem-estarista não proporciona uma proteção significativa aos interesses dos animais, faz o público se sentir melhor quanto à exploração, pode na verdade aumentar o saldo de sofrimento, e desvia recursos da educação vegana/abolicionista.

Quanto antes as pessoas enxergarem que os grupos neobem-estaristas não têm nada a ver com uma perspectiva abolicionista, melhor ficaremos. Os neobem-estaristas tornaram-se parceiros dos exploradores institucionais para vender produtos animais. Não é nada menos que obsceno o fato de os neobem-estaristas estarem desenvolvendo selos, como o Certified Humane Raised and Handled [certificação de criação e manuseio humanitários], o Freedom FoodAnimal Compassionate [compassivo para com os animais], para ajudar os exploradores institucionais a comercializar cadáveres e outros produtos animais. Esses esforços não têm nada a ver com a abordagem dos direitos animais ou abolicionista. Na verdade, isso se trata exatamente daquilo a que o movimento abolicionista se opõe.

Sim, é “melhor”, em um sentido, não torturar alguém que você assassina. Mas isso não torna “compassivo” um assassinato sem tortura. É “melhor” não bater em alguém que você estupra. Mas isso não torna “humanitário” o estupro sem espancamento. O movimento do bem-estar animal apóia a noção de que uma exploração mais “humanitária” é uma exploração moralmente aceitável. Essa não é a abordagem abolicionista.

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269life Libération Animale – Por uma sociedade justa com os animais

269life Libération Animale – Por uma sociedade justa com os animais

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A diferença nunca deve inspirar medo ou desprezo, nem se tornar o terreno fértil da desigualdade.
Temos muito a aprender com os animais não-humanos, tantos relacionamentos para construir com eles.
Indivíduos que não sabem, nunca se encontram e que faz desaparecer por trás das paredes das fazendas e matadouros.
Construir uma nova sociedade com eles e não contra eles.

Ativistas da 269life : Forest, Fifille, Sasha, Fantômas, Zozo e Rose no  Sanctuaire 269Life Libération Animale pelas lentes de Clara Nourry

Ursos e outros animais estão sofrendo no calor no Roadside Zoo – Assine a petição para fechá-lo!

Ursos e outros animais estão sofrendo no calor no Roadside Zoo – Assine a petição para fechá-lo!

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Com o verão oficialmente aumentando, muitas vezes somos lembrados de manter nossos companheiros animais a salvo do calor, nunca deixando-os sem vigilância em um carro quente, mantendo as patas fora do asfalto quente e sempre fornecendo abrigo do calor e abundância de água fresca. Embora essas dicas importantes sejam tipicamente associadas a animais domésticos, como cães e gatos, elas se aplicam diretamente a todas as criaturas vivas, incluindo animais selvagens em cativeiros que são obrigados a viver em exibição nos zoológicos de beira de estrada e outras atrações turísticas.

Um jardim zoológico na estrada que foi denunciado por negligenciar animais no calor é o Wilson’s Wild Animal Park na Virgínia. De acordo com uma petição na Care2, este zoo foi denunciado várias vezes por cuidados inadequados de animais, incluindo não fornecer cuidados veterinários adequados e abrigo aos animais. A petição afirma que os ursos neste zoológico sofrem com o calor sufocante em pisos de concreto com calhas vazias e sem piscina para nadar e refrescar-se.

Os ursos não são os únicos animais que sofrem seriamente neste zoológico. A petição cita a PETA com este relatório: “Testemunhas oculares também observaram recentemente o cervo ofegante no calor, uma cabra com descarga nasal, uma alpaca com unhas crescidas, lince e um filhote de leão confinado e cercados em lajes de concreto, um lince repetidamente passeando e pássaros com lesões aparentes e penas caídas “.

A exposição ao calor afeta todos os seres vivos, e esses animais inocentes no Wilson’s Wild Animal Park merecem um refúgio seguro onde suas necessidades básicas e saúde são colocadas como uma prioridade sobre o lucro. Por favor, tome um momento para assinar esta petição dirigida ao USDA dizendo-lhes para fechar este zoológico na estrada e enviar os animais para santuários respeitáveis. Por favor, compartilhe isso com a sua rede de amigos como um lembrete porque nunca devemos apoiar os zoológicos e outras empresas que exploram os animais para um lucro. O fim do sofrimento animal começa com você!

Assine a petição aqui : Bears Are Suffering From Heat Exposure at Roadside Zoo! 

Fonte : One Green Planet